1. Informações sobre os métodos e abordagens das denominações bíblicas em sua região/pais e A sua influencia sobre a descrença
1.1. Existem dados numéricos ou estatísticos confiáveis relativos ao fenômeno da descrença em sua região?
Em caso afirmativo, classificar se possível, por idade, sexo, atividades, etc., indicando sempre as fontes.
1.2. Quem são os não-crentes em sua região? Existem grupos, movimentos, correntes organizadas que se autodenominem explicitamente ateus ou não-crentes? Que tipo de atividades estes grupos desenvolve?
1.3. Existem em seu país/região/ institutos, centros, organismos especializados no estudo da descrença? Em caso afirmativo, indique, por favor, nome, endereço e dados úteis.
1.4. Já foi realizado algum tipo de conferencia sobre o assunto e existe um setor ou pessoa encarregada do estudo da descrença e do diálogo com os não-crentes? Em caso afirmativo, indique, por favor, nome e endereço de contato.
1.5. Que espaço é concedido às crenças na escola pública e em escolas católicas ou de outras organizações similares ao longo destes últimos dez anos? Assinale, se houver as mudanças ou modificações relevantes nesta situação.
2. O novo PERFIL da descrença
2.1. Quais são os principais fatores que alimentam hoje a descrença?
Que fatores modificam os traços típicos ou tradicionais da mesma?
Exemplos;
A desmistificação da bíblia dos seus sacerdotes e das organizações a ela relacionadas.
A evolução de uma consciência cientificista.
A reconstrução cultural primitiva das regiões/países antes sob domínio das organizações de cunho bíblico?
A multiplicidade de denominações religiosas e a incoerência dos seus discursos.
A crescente onda de denuncias sobre abusos das organizações de cunho bíblico e de seus sacerdotes.
A queda dos regimes comunistas na Europa influenciou a descrença em sua região/país.
A globalização afetou de alguma forma a descrença em seu ambiente.
2.2. Que formas de oposição às organizações de cunho bíblico existem e que influência tem sobre a descrença?
2.3. Em que medida e em que sentido algumas atitudes características da cultura secularizada estão presentes dentro das organizações de cunho bíblico e como são compartilhadas pelos seus seguidores?
2.4. Pode-se falar de indiferentismo e de relativismo entre os mesmos?
2.5. Existe algum tipo de diálogo com os não-crentes da bíblia? Com quem, com que conteúdo e finalidade? O senhor tem alguma experiência concreta desse tipo de diálogo?
2.6. Qual a porcentagem de culpa dos sacerdotes sobre a descrença?
2.7. As administrações das organizações de cunho bíblico estão acima da justiça dos humanos? E as suas imposições a despeito do que é certo no mundo secular contribuem para a descrença?
3. O desafio das DEMAIS crenças
3.1. Quais são os principais fenômenos ou movimentos místicos de sua região: religiões alternativas, xamanismo, umbanda, candomblé, bruxaria, paganismo e neo-paganismo, cultos pré-cristãos, movimentos e cultos satânicos? Quais são suas causas?
3.2. Segundo os dados apresentados na questão 1.1., qual é a tendência destes movimentos místico-culturais? Crescem ou diminuem?
3.3. Existe algum tipo de vinculação, explícita ou oculta, entre estes movimentos e grupos políticos, membros do governo ou da administração pública, empresas multinacionais, etc.?
3.4. Algum desses movimentos ou grupos desenvolve algum tipo de atividade em sua região/país? Há algum tipo de diálogo com eles?
3.5. Para as organizações de cunho bíblico de sua região ou país, que desafios representam as demais crenças? Concretamente, que iniciativas se empreendem para chegar aos adeptos destes grupos e como esses fenômenos os afetam?
3.6. Neste contexto, quais são as prioridades das organizações de cunho bíblico em matéria de formação dos próprios fiéis?
3.7. Existe algum tipo de perseguição ou difamação desses movimentos? E quais deles são apoiados pelas organizações de cunho bíblico?
4. EXISTE UMA EQUALIZAÇÃO ENTRE O MODERNO E O TRADICIONAL
4.1. Qual o método ou regra aplicada para que na sua região/pais haja uma convivência sem questionamentos entre o que se vive e o que se ensina como tradicional? E a sua aplicação tem bons resultados?
4.2. Pode existir uma forma adequada para combinar o tradicional no cotidiano moderno?
4.3. Devemos rever os conceitos tradicionais e aplicar novas formas para combinar o místico em nossa vida moderna?
4.4. O ensino educacional tem alguma influencia sobre a descrença? Pode de alguma maneira aplicar o tradicional no cotidiano moderno?
5. QUANTO OS ABUSOS E A TIRANIA DAS ORGANIZAÇÕES DE CUNHO BIBLICO AFETOU NA CAPACIDADE DE CRER
5.1. As formas e métodos aplicados através de séculos afetaram de maneira definitiva a capacidade de crer?
5.2. A desmistificação da santidade dos sacerdotes das organizações de cunho bíblico quebra o vinculo do humano com o Divino?
5.3. É possível desvincular os atos cometidos por esses sacerdotes no passado e no momento presente dos seus métodos de administração futura?
5.4. Quanto à imagem do sacerdote de outras denominações místicas esta vinculada a dos sacerdotes de cunho bíblico?
6. A DESVICUNLAÇÃO DO SAGRADO COM O SIMBOLISMO TEM RELAÇÃO COM A DESCRENÇA
6.1. A moderna dissociação do simbólico com o sagrado vulgariza a fé e contribui com a descrença?
6.2. A utilização do simbólico em fins comerciais associado à imagem das organizações religiosas contribui com a descrença?
6.3. A falta de informação a respeito do simbolismo afeta a autoridade dos sacerdotes e a credibilidade das organizações religiosas?
6.4. A ignorância por parte dos sacerdotes a respeito do simbólico abala a imagem tradicional que temos dos mesmos?
6.5. O místico se utiliza do simbólico e ritualístico como canais de comunicação com o divino. Como pode então os sacerdotes que não conhecem esses instrumentos tradicionais apresentar uma imagem coerente do divino?
6.6. A imagem do Divino apresentada pelas modernas religiões esta associada à imagem do homem, descrito por si próprio como perfeito sendo imagem e semelhança de Deus. E pelo Divino “na bíblia” como imperfeito e pecador. Essa dualidade simbólica colabora para a descrença?